segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Contabilidade de Gestão

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CAPITULO 2

Custo Complexivo

= CIPV + Custo Comercial

Cálculo do CIPA (Custo Industrial dos Produtos Acabados) Unitário

= Custos da função industrial / Quantidade Produzida

Para o cálculo do CIPA é necessário saber os Custos da Função Industrial e a Quantidade Produzida. Depois basta dividir um pelo outro. Depois disso já sabemos qual o valor de cada unidade que entra em armazém.



Valorização dos produtos vendidos e do inventário final de produtos acabados

Agora é sempre feito pelo FIFO (first in, first out), ou seja as primeiras a entrar são as primeiras a sair. Como tal primeiro vamos calcular o valor das mercadorias em armazém vendidas e só depois as restantes da produção. Para tal basta dividir o numero de produtos das existências pelo seu valor total, dando assim o valor unitário e o mesmo para os produtos produzidos.

Custo Industrial da Produção (CIP) e dos Produtos Acabados

Nesta parte precisamos de efetuar vários cáculos até chegar ao CIPA e depois ao CIPV. Em primeiro lugar vamos calcular o consumo de matérias primas.

Consumo = Compras Líquidas + Inventário Inicial - Inventário Final

Compras Liquidas = Compras - Devoluções - Desconto de Compras + Despesas de Compras

Para tal vamos ao enunciado e retiramos os valores de cada alinea para o cálculo.

1. Calcular as compras liquidas de Materias Primas

2. Calcular o consumo de Matérias Primas

3. Calcular o consumo de Matérias Subsidiárias

De seguida calculamos o CIPA (Custo Industrial dos Produtos Acabados)

Para o calculo do CIPA também consideramos os produtos acabados até ao final do mês. Para os que ainda estão em vias de fabrico teremos de ponderar se os vamos contabilizar ou não. Neste caso vamos.

CIPA = CIP + IiPvf - IfPvf

Depois vamos ao enunciado e vemos qual foi o número de produtos produzidos durante o mês e dividimos os custos CIPA pela produção e temos assim o custo unitário.

Custo Industrial dos Produtos Vendidos (CIPV)

Este é o custo dos produtos vendidos no mês que também pode ser chamado de Custo das Vendas.

CIPV = CIPA + IiPA - IfPA

Custo Comercial

Corresponde á soma dos Custos de Distribuição + Custos Administrativos + Custos Financeiros

Resultado Bruto

Resultado Bruto = Vendas Líquidas + CIPV

Vendas Líquidas = Vendas - Devoluções - Descontos Comerciais

Resultado Operacional

É a diferença entre Rendimentos e Gastos decorrentes da atividade da Empresa:

Resultado Operacional = Vendas Líquidas - CIPV - Gastos de Distribuição - Gastos Administrativos

Resultado Antes de Impostos (RAI)

Estes resultados consideram os rendimentos e gastos operacionais mais aqueles da função Financeira:

RAI = RO + Rendimentos financeiros - Gastos financeiros


Caso Pratico 2.6 do livro oficial da UC

MPA (Matérias Primas Acabadas) = Ei + Compras Liquidas - Ef

= 10 x 550

(restante exercicio em breve)



CAPITULO 3

Custo Industrial da Produção Acabada

CMP quer dizer Custo Médio Ponderado

CIP = MP + CT

CMP (MP) = ( I. iniciais (Q) x C. Aquisição + Compra (Q) x C. Aquisição ) / I. iniciais (Q) + Compras (Q)

Nota: O metódo a usar acima é o custo médio ponderado

Para os custos de transformação consideramos: FSE, gastos com pessoal e depreciações.

Agora para o cálculo das renumerações já consideramos os encargos sociais de 30% das renumerações.

Renumerações = ( Saldo da conta 64 / 1.30 ) x 1,60

CIPA = CIP + IiPvf - IfPvf

Produção (Q) = Vendas + IfPA - IiPA

Demonstração de resultados por Naturezas

CMP = Custo Médio Ponderado

CMP (PA) = ( IiPA (Q) x C. un. + CIPA ) / IiPA (Q) + Prod. (Q)

EFPA (Existências Finais de Produtos Acabados) = Inventário final x custo unitário

Demonstração dos Resultados por Funções


CAPITULO 4

Produção conjunta e disjunta é o assunto deste capítulo. Na produção disjunta, as mesmas matérias primas dão origem a produtos autónomos. Já na produção conjunta obtém-se vários produtos interdependentes os quais não são possíveis obter um sem obter o outro com a mesma produção. Estes produtos interdependentes tornam-se autónomos no processo de separação (PS). Os custos conjuntos ou comuns são aqueles se verificam na fase conjunta. Este tipo de custos existem até ao ponto de separação. A partir desse ponto, cada produto tem o seu próprio custo. Já os custos específicos dizem respeito á fase disjunta da produção e como tal são referentes a cada produto separadamente. Podem ser imputados aos outros vários produtos.

Tipologia de produtos em produção conjunta

Produtos principais ou co-produtos - são aqueles que fazem parte do objecto principal da empresa. São os produtos principais e têm um valor comercial mais elevado quando comparados com outros produtos resultantes da produção conjunta.

Subprodutos - são produtos que não são os principais da empresa. São criados por arrasto dos produtos principais. Apesar de terem valor comercial este é inferior ao do produto principal.

Resíduos - também chamados de desperdícios e refugos. São os produtos que podem ou não valor comercial mas que também podem gerar custos adicionais tais como remoção ou transporte.

Critério de repartição dos custos conjuntos

O objectivo aqui é calcular o custo unitário de cada produto.

Critérios de repartição dos custos conjuntos pelos produtos principais

Para repartir os custos conjuntos pelos produtos principais podemos fazer de duas formas, utilizamos uma medida de volume (ex: quantidade produzida) ou tendo em conta o valor comercial de cada produto principal (ex: valor de venda da produção e também o valor da venda da produção no ponto de separação).

Os 3 principais critérios de repartição dos custos conjuntos pelo produto principal são:

Critério da quantidade produzida - Neste caso, os custos conjuntos são repartidos pelos produtos principais de forma proporcional á quantidade produzida. Como tal este critério apenas pode ser usado os produtos principais estão expressos na mesma unidade de medida. Este critério tem no entanto como desvantagem de não atender ao valor comercial dos produtos nem aos seus custos especificos industriais e não industriais.

Critério do valor da venda da produção ou valor da venda potencial - Neste caso os custos conjuntos são repartidos pelos principais mas na proporção do do valor da venda da produção. Este critério ultrapassa as limitações do critério anterior por poder ser aplicado a produtos expressos em unidades de medida diferentes e por ponderar o valor comercial de cada produto. Tem como limitação não ponderar os custos industriais e não industriais de cada produto.

Critério do valor da venda da produção no ponto de separação - Aqui os custos são repartidos proporcionalmente ao valor da venda da produção no ponto de separação, ou seja, o valor da venda depois de ser deduzidos todos os custos industriais e não industriais.

Critérios de repartição dos custos conjunstos pelos subprodutos

Em vez de repartir os custos conjuntos pelos produtos principais, podemos fazer essa repartição pelos subprodutos. Mesmo tendo um valor comercial mais pequeno que os produtos principais, os sub produtos também afetam a repartição dos custos.

Temos 2 critérios que podemos utilizar:

1. Critério do lucro nulo - Consistem em atribuir ao subproduto um resultado nulo. Para isso, os custos a imputar devem ser iguais ao valor da venda da produção do subproduto depois de deduzido todos os custos específicos industriais e não industriais. Como os subprodutos geralmente têm valor comercials, este é o critério mais utilizado.

2. Critério do custo nulo - Aqui assumimos que os subprodutos não têm qualquer custo e como tal os produtos principais é que são imputados todos os custos. Utiliza-se este critério no caso de o subproduto não ter valor comercial.

Critério de repartição dos custos conjuntos pelos resíduos

A produção pode originar resíduos. Estes até poderão ter valor comercial. Os 2 critério referidos acima podem ser imputados aos resíduos. Se estes tiverem valor comercial é melhor adotar o critério do lucro nulo, caso contrário o melhor é o critério do custo nulo.

Utilidade e limitações da informação proporcionda em regime de produção conjunta

Os critérios de repartição dos custos serve para calcular o custo unitário de cada um deles com o objectivo de:

1. Elaboração do Balanço.

2. Apuramento dos resultados.

No entanto, devido a limitações não podemos tomar decisões sobre aumento ou redução da produção ou spbre o grau de transformação dos produtos obtidos no ponto de separação.


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terça-feira, 2 de julho de 2013

Contabilidade Financeira

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O material desta disciplina está organizado neste blog primeiro por actividades práticas e só depois a matéria a ser consultada caso não seja capaz de resolver os exercicios praticos sem a sua consulta.

Caros colegas, apesar de as terem com vocês e com a respectiva resolução, o professor não explica a razão da resposta, portanto fica aqui a resolução com a explicação da resposta.

Actividade Formativa - 1


Resposta Correcta: C. A contabilidade de custos é a parte da contabilidade responsável por registar o custos referentes ás actividades da empresa que tem como objectivo produzir informações sobre estes por forma a possibilitar a melhor alocação de recursos possível.


Resposta: D. Como a dívida foi considerada incobrável, a empresa perdeu pratrimónio portanto este modificou-se.


Resposta: A. Os activos não correntes são aqueles que estão na empresa de forma duradoura.



Resposta: A. Regularização porque como a mercadoria está inutilizada teremos de regularizar as contas para o valor actual.





1. E-Folio A


Resposta: C - Financeira. Não pode ser Irrelevante porque á um movimento importante. Não pode ser Física porque para isso teria de envolver um material físico. Também não é Económica pois seria um conceito muito vago para este caso. A resposta mais correcta é Financeira.




Resposta: A - Um gasto e um rendimento. Então, gastou dinheiro no fabrico dos paineis e depois teve o seu rendimento com a venda dos mesmos.



Resposta: C - Débito de uma conta do Ativo. Como temos um aumento do capital da empresa (pelo facto de ainda não termos pago a viatura), esta sendo uma conta do Activo pelos aumentos debita-se.


Resposta: D - Permutativo. Pelo facto de o património da empresa se ter alterado o seu Ativo sem haver variações no seu Património Liquido.




Actividade Formativa - 2




E-Folio B



Em primeiro lugar temos de calcular o custo total dos tubos vendidos multiplicando o seu valor unitário pelo numero de unidades vendidas. Em seguida fazemos o mesmo para a existência final.


Penso que não é preciso dizer muito nesta parte. Primeiro temos de contabilizar a diferença das existências dos tubos. De seguida vamos contabilizar as existências finais.




Nesta ultima parte da primeira pergunta temos apenas de escriturar no Razão as mesmas operações feitas no diário. 




NOTA: Ignore a retenção na fonte de IRS, associada ao pagamento de juros. (Enunciado)



Também não há muito a referir nesta parte. Basta consultar o SNC e fazer as devidas operações nas contas certas. Como ignoramos o IVA, o exercício fica muito mais facilitado. Começamos por contabilizar o capital investido na empresa pelos sócios. Como sempre, temos de debitar e de creditar uma conta para o saldo final ser zero. Neste caso debitamos a conta á ordem da empresa pois sendo 


Actividade Formativa - 3













E-Folio C

Clicar na imagem para ampliar


Ok, agora vamos ver se consegue passar o exame.

5. Resumos da Matéria do Livro

O Diário

Exemplos de Lançamento no Diário:


Como se pode verificar, o primeiro passo é lançar a débito a conta do clientes. Sendo esta uma conta do activo, pelos aumentos debita-se. O segundo passo é creditar a conta do banco.

De seguida temos o seguinte exemplo:


Neste passo o objectivo é contabilizar o pagamento ao fornecedor, sem factura. Temos ainda de contabilizar o desconto. Em primeiro lugar vamos debitar a conta do fornecedor. Sendo esta uma conta do activo, pelos aumentos debita-se a conta. De seguida vamos creditar a conta do banco, pois sendo uma conta do activo, pelas diminuições credita-se. Ao pagar, esta conta obviamente que diminui de valor contabilistico. Como obtivemos um desconto, vamos creditar a conta 782 que é a conta dos Ganhos em empresas do grupo e associadas, da categoria 78 proveitos e ganhos financeiros.

3º Exemplo:


Neste terceiro exemplo temos o caso de dois débitos e um crédito. Temos aqui em primeiro lugar um recebimento de um cliente. Como entrou dinheiro nesta conta do activo vamos debitar esta conta pelo valor da factura menos um valor do desconto dado. De seguida, vamos debitar a conta 682 Descontos de pronto pagamento concedidos pois como é uma conta do activo, pelos aumentos vamos debitar. Finalmente a conta do activo, 2111 Clientes gerais da categoria 2 Contas a Receber e a Pagar vai ser creditada pois terá uma diminuição.

Vejamos agora um 4º Exemplo:

Neste caso temos dois débitos e dois créditos. Além da operação normal de débito e crédito, temos ainda de considerar o IVA e o IRS. Primeiro, vamos contabilizar os honorários do advogado. Vamos ver no SNC a categoria 6 (Gastos) e a subcategoria 6224 (Honorários). Debitamos esta conta pois esta é a conta do advogado. Apesar de ser uma perda para a empresa, esta operação representa um ganho para o advogado. O mesmo aplica-se na conta 24323y do IVA. Já no caso do cheque, então aí vamos creditar esta nossa conta pois sendo do activo pelas diminuições credita-se. O mesmo é verdade para a conta do IRS retido.


O Inventário

Exemplo de um Inventário:

O Inventário é a folha onde iremos registar os activos e passivos de uma empresa. Para a sua elaboração temos de considerar três fases. 1 - indentificação de cada elemento, 2- classificação de cada um desses elementos e 3 - valorização.

O Balanço

O balanço é descrito como um mapa ou quadro onde se irá descrever as rubricas das contas que tiveram entradas ou saídas de dinheiro durante o período antecedente á sua elaboração. Este pode ser dividido em duas partes. A primeira será a origem e a situação dos fundos. A segunda será o conjunto das obrigações. Portanto, o balanço indica a situação das aplicações e a situação dos recursos da empresa. Note contudo que o balanço não indica onde os fundos estão aplicados, apenas refere a respectiva situação.






Diário, Razão e Balancete

Quais são as diferenças entre cada um destes componentes? O Diário serve para escriturar o dia a dia, registando todas as modificações do património. O Razão tem como finalidade fazer uma espécie de resumo do Diário para a finalidade de se poder analizar as contas sem haver a necessidade de analizar todos os movimentos um por um. Finalmente o Balancete resume o material contido no Razão.

O IVA


O IVA é um imposto sobre o consumo. Como pode ver, o IVA é pago por todos os compradores de produtos (imposto plurifásico), mas apenas o consumidor final suporta todo o "peso" do IVA no momento da compra do produto final. Todos os outros pagantes de IVA terão esse valor deduzido.


Exemplo de apuramento mensal do IVA:






Revalorização

















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